SEMINÁRIO "MEDIUNIDADE E REENCARNAÇÃO NA BÍBLIA"
COM DR.SEVERINO CELESTINO DA SILVA.
PRÉVIA DO XIV CONGRESSO ESPÍRITA DA BAHIA.
DATA:12.08.11(SEXTA-FEIRA)
HORÁRIO:19:00 às 22:00 h
LOCAL:FEEB-SEDE CENTRAL-IGUATEMI
TEL:(71)3359-3323
ENTRADA FRANCA-VAGAS LIMITADAS
MUITO OBRIGADA PELA DIVULGAÇÃO DO EVENTO NA CERTEZA DA SUA VALOROSA PRESENÇA.
Abraços Fraternais;
Teresa Lima-FEEB
Jesus e a sua trajetória de luz na terra.
Ninguém vai ao Pai senão por mim. João 14,6
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Alma Gêmea.
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Do livro "Há 2000 anos", cap. IV
Psicografia: Chico Xavier (Site Oficial)| Edição: FEB
EMMANUEL
| Alma gêmea de minha alma |
| Flor de luz de minha vida |
| Sublime estrela caída |
| Das belezas da amplidão . |
| Quando eu errava no mundo |
| Triste e só, no meu caminho , |
| Chegaste, devagarinho , |
| E encheste-me o coração. |
| Vinhas na benção das flores |
| Da divina claridade , |
| Tecer-me a felicidade |
| Em sorrisos de esplendor ! |
| És meu tesouro infinito . |
| Juro-te eterna aliança |
| Porque sou tua esperança , |
| Como és todo meu amor ! |
| Alma gêmea de minha alma |
| Se eu te perder algum dia... |
| Serei tua escura agonia , |
| Da saudade nos seus véus... |
| Se um dia me abandonares |
| Luz terna dos meus amores, |
| Hei de esperar-te , entre as flores |
| Da claridade dos céus . |
Psicografia: Chico Xavier (Site Oficial)| Edição: FEB
ALMA GÊMEA, O POEMA INESQUECÍVEL, EM DOIS MOMENTOS ESPECIAIS Do livro "Há 2000 Anos" - Emmanuel |
| Na Galiléia - No dia imediato a esses acontecimentos, às primeiras horas da manhã, Públio Lentulus foi procurado, na intimidade do seu gabinete particular, por Fúlvia, que se lhe dirigiu, criminosamente, nestes termos: - Senador, o ascendente de nossas ligações familiares obriga-me a procurar-vos para tratar de um assunto desagradável e doloroso, mas, nas minhas experiências de mulher, cumpre-me aconselhá-lo a resguardar sua esposa da insídia dos próprios amigos, pois que, ainda ontem, tive oportunidade de surpreendê-la em íntimo colóquio com o governador... O interpelado estranhou aquela atitude insólita, grosseira, contrária a todos os seus métodos de homem de bem. Repeliu dignamente a investida, encarecendo a nobreza moral de sua esposa, passando Fúlvia a relatar-lhe, com os mais exaltados floreios de sua imaginação doentia, a cena da véspera, nas suas mínimas minudências. O senador ficou pensativo, mas sentiu-se com a precisa coragem moral para repelir a insinuação caluniosa. - Pois bem - disse ela, terminando a denúncia -, muito longe levais a vossa confiança e boa fé. Um homem nunca perde por ouvir os conselhos da experiência feminina. A prova de que Lívia caminha na estrada larga da prevaricação tê-la-eis muito breve, porquanto ela há de preferir a partida imediata para Nazaré, onde o governador buscará encontrá-la. E, dizendo-o, retirou-se apressadamente, deixando o senador algo desalentado e compungido, pensando nos corações mesquinhos que o rodeavam, porque, no tribunal da consciência, não se sentia disposto a aceitar idéia que viesse conspurcar a valorosa nobreza de sua mulher. Imenso véu de somas cobriu-lhe o espírito sensível e afetuoso. Sentiu que, em Jerusalém, conspiravam contra ele todas as forças tenebrosas do seu destino, experimentando vasto deserto no coração. Ali, não encontraria a palavra prudente e generosa de um amigo como Flamínio, com quem pudesse desabafar as suas profundas mágoas. Absorto nessas meditações angustiosas, não viu que as pétalas das horas rodopiavam incessantes, nos torvelinhos do tempo. Só muito depois percebeu o vozerio de um dos serviçais de confiança, vindo a saber que Sulpício Tarquinius lhe solicitava o obséquio de uma entrevista particular, pedido a que atendeu com o máximo de atenção. Admitido ao interior do gabinete, o lictor referiu-se, sem preâmbulos, aos fins da visita, explicando com desembaraço: - Senador, honrado com a vossa confiança no caso de vossa transferência para uma estação de repouso, venho sugerir-vos o arrendamento de rica propriedade pertencente a um nosso compatrício, nos arredores de Cafarnaum, encantadora cidade da Galiléia, situada no caminho de Damasco. É verdade que já escolhestes Nazaré, mas, ao longo da planície de Esdrelon, as casas confortáveis são muito raras, acrescendo que seríeis obrigado a enormes dispêndios em serviços de remodelação e benfeitorias. Em Cafarnaum, porém, o caso é diferente. Tenho ali um amigo, Caio Gratus, decidido a arrendar por tempo ir determinado a sua esplêndida vila, que é uma herdade provida de todo o conforto, com pomares preciosos, num ambiente de absoluto sossego. O senador ouvia o preposto de Pilatos como se o espírito lhe pairasse noutra parte; mas, como se tivesse a atenção subitamente despertada, exclamou, na atitude de quem argumenta consigo mesmo: - De Jerusalém a Nazaré, temos setenta milhas... Onde fica Cafarnaum?... - Muito distante de Nazaré - obtemperou o lictor, com segunda intenção. - Está bem, Sulpício - respondeu Públio, com ares de quem tomou uma resolução íntima -, estou muito agradecido pela tua gentileza, que não esquecerei de recompensar em tempo oportuno. Aceito a tua sugestão que reputo sensata, mesmo porque, de fato, não me pode interessar a aquisição definitiva de qualquer imóvel na Galiléia, atenta a necessidade de regressar a Roma, dentro em breve. Ficas autorizado a concluir o negócio, porquanto me louvo nas tuas informações, descansando, confiadamente, no teu conhecimento do assunto. Secreta satisfação transpareceu nos olhos de Sulpício, que se despediu com fingido reconhecimento. Públio Lentulus descansou novamente os cotovelos na mesa de trabalho, submerso em profundas cismas. Aquela sugestão de Sulpício chegava no instante psicológico de suas angustiosas cogitações, porque, em face dessa nova providência, conseguiria instalar a família longe de qualquer influência da casa do procurador da Judéia, salvando, assim, a sua reputação dos salpicos ignominiosos da maledicência. A denúncia de Fúlvia, todavia, desdobrava sucessivas preocupações no seu íntimo. Fosse pelo inopinado da calúnia, ou pelo espírito de perversidade com que a mesma fora urdida, seu pensamento mergulhou em ansiosas expectativas. À noite daquele mesmo dia, após o jantar, vamos encontrá-lo a sós com Lívia, no terraço da residência do pretor, que, por sua vez, se ausentara de casa por algumas horas, em companhia dos seus familiares, para atender a imperativos de certas pragmáticas. Notando-lhe no rosto os sinais evidentes de profunda contrariedade, rompeu a esposa com a encantadora intimidade do seu coração feminino: - Querido, pesa-me ver-te assim, dobrado ao jugo de tamanhos desgostos, quando esta longa viagem deveria restituir-nos a tranqüilidade necessária ao desenvolvimento dos teus encargos... Ouso pedir que apresses a nossa mudança de Jerusalém para um ambiente mais calmo, onde nos sintamos mais a sós, fora deste círculo de criaturas cujos hábitos não são os nossos, e cujos sentimentos desconhecemos. Quando partiremos para Nazaré?... - Para Nazaré? - repetiu o senador, com voz irritada e sombria, como se o tocasse o espírito venenoso do ciúme, lembrando, involuntariamente, as acusações infundadas de Fúlvia. - Sim - prosseguiu Lívia, súplice e carinhosa -, pois não foram essas as providências ontem aventadas? - É verdade, querida! - exclamou Públio, já pesaroso, voltando a si dos maus pensamentos que havia abrigado por um instante - mas resolvi depois instalarmo-nos em Cafarnaum, contrariando as últimas decisões... E tomando a mão da companheira, como se buscasse um bálsamo para a alma ferida, sussurrou-lhe de manso: - Lívia, és tudo que me resta neste mundo!... Nossos filhos são flores da tua alma, que os deuses nos deram para minha alegria!... Perdoa-me, querida... Há quanto tempo tenho vivido absorto e taciturno, esquecendo o teu coração sensível e carinhoso! Parece-me estar despertando agora de um sono muito doloroso e muito profundo, mas despertando com a alma receosa e oprimida. Andam-me, no íntimo, amargurados vaticínios... Temo perder-te, quando quisera encerrar-te no peito, guardando-te no coração eternamente... Perdoa-me... Enquanto ela o contemplava, surpresa, seus lábios sequiosos lhe cobriam as mãos de beijos ardentes. E não foram apenas os ósculos afetuosos que brotaram nesse transbordamento de carinhos. Uma lágrima lhe gotejou dos olhos cansados, misturando-se às flores da sua afeição. - Que é isso, Públio? Choras? - exclamou Lívia, enternecida e angustiada. - Sim! Sinto os gênios do mal cercando-me o coração e a mente. Meu íntimo está povoado de visões sombrias, prenunciando o fim da nossa felicidade; mas eu sou um homem e sou forte... Querida, não me negues a tua mão para atravessarmos juntos o caminho da vida, porque, contigo, vencerei o próprio impossível!... Ela estremeceu em face dessas observações, que lhe não eram familiares. Num relance, retrocedeu à noite anterior, considerando o atrevimento do governador, que dignamente repelira, experimentando, ao lado da aflição pelo companheiro, soberana tranqüilidade de consciência e, tomando ligeiramente as mãos do esposo, levou-o a um canto do terraço, onde se postou à frente de uma harpa harmoniosa e antiga, cantando baixinho, como se a sua voz, naquela noite, fosse o gorjeio de uma cotovia apunhalada: "Alma gêmea da minhalma, Flor de luz da minha vida, Sublime estrela caída Das belezas da amplidão!... Quando eu errava no mundo Triste e só, no meu caminho, Chegaste, devagarinho, E encheste-me o coração. Vinhas na bênção dos deuses, Na divina claridade, Tecer-me a felicidade, Em sorrisos de esplendor!... És meu tesouro infinito, Juro-te eterna aliança, Porque eu sou tua esperança, Como és todo o meu amor!" Tratava-se de uma composição dele, na mocidade, tão ao gosto da juventude romana, dedicada a ela própria, e que o seu talento musical guardava sempre, para circunstâncias especiais do seu sentimento. Naquele instante, porém, sua voz tinha tonalidades diferentes, como se houvera encerrado na garganta uma toutinegra divina, exilada dos prados brilhantes do Paraíso. Na última nota, tocada de tristeza e angústia indefiníveis, Públio tomou-a brandamente de encontro ao peito, forte e resoluto, como se quisesse reter para sempre, no coração, a sua jóia de inimaginável pureza. Agora, era Lívia a chorar copiosamente nos braços do companheiro, e este a beijá-la nos transportes de sua alma leal e, por vezes, impulsiva. Depois daquele arroubo emotivo, Públio sentiu-se desanuviado e satisfeito. - Porque não regressarmos a Roma quanto antes? - perguntou Lívia, como se o seu espírito estivesse clarificado por luzes proféticas, com relação aos dias futuros. - Junto dos filhinhos retomaríamos nossas obrigações habituais, cientes de que a luta e o sofrimento estão em todos os lugares e de que toda alegria significa, neste mundo, uma bênção dos deuses!.. O senador ponderou a proposta da companheira, estabelecendo a análise de toda a situação no seu íntimo, obtemperando, por fim: - Tua observação é justa e providencial, minha querida, mas, que diriam os nossos amigos quando soubessem que, depois de tantos sacrifícios com a viagem, havíamos resolvido a permanência de apenas uma semana em região tão distante? E a nossa doentinha? Seu organismo não tem reagido de modo eficaz, em contacto com o novo clima? Estejamos confiantes e tranqüilos. Apressarei a partida para Cafarnaum e, em breves dias, estaremos em novo ambiente, segundo os nossos desejos. Assim aconteceu, efetivamente. Reagindo às viações perniciosas do meio, Públio Lentulus providenciou a solução de todos os problemas atinentes à mudança, fazendo ouvidos moucos às indiretas de Fúlvia, enquanto Lívia, escudando-se na superioridade de sua alma, buscava insular-se dentro do pequeno mundo de amor dos dois filhinhos, fugindo à presença do governador, que não desistira dos seus assédios, e junto de quem a figura nobre de Cláudia sabia despertar em todos a mais sincera simpatia. - continua... (III - Em casa de Pilatos) O POEMA COMPLETO De noite, naquelas horas longas que se passavam, enquanto o velho coração se preparava para as bênçãos da ventura conjugal, em breves dias, ia ele até às proximidades dos apartamentos da esposa, situados bem distantes do seus, naqueles prolongados anos de amarguras infindas. Na antevéspera das grandes festividades a que nos referimos, seriam vinte e três horas, quando a sua figura se postara em frente aos aposentos da companheira, antegozando o ditoso momento da penitência, que significava para ele uma alegria suprema. Enquanto o pensamento se afundava nos abismos do passado longínquo, sua atenção espiritual foi repentinamente despertada pela melodia suave de uma voz de mulher, que cantava baixinho no silêncio da noite. O senador aproximou-se, vagarosamente, da porta, colando o ouvido à escuta... Sim! Lívia cantava em voz apagada e mansa, qual cotovia abandonada, fazendo soar levemente as cordas harmoniosas de uma lira de suas lembranças mais queridas. Públio chorava comovido, ouvindo-lhe as notas argentinas que se abafavam no ambiente restrito do quarto, como se Lívia estivesse cantando para si própria, adormentando o coração humilde e desprezado, para encher de consolo as horas tristes e desertas da noite. Era a mesma composição das musas do esposo, que lhe escapava dos lábios naquele instante em que a voz tinha tonalidades estranhas e maravilhosas, de indefinível melancolia, como se todo o seu canto fosse o lamento doloroso de rouxinol apunhalado: Alma gêmea da minhalma, Flor de luz da minha vida, Sublime estrela caída Das belezas da amplidão!... Quando eu errava no mundo, Triste e só, no meu caminho, Chegaste, devagarinho, E encheste-me o coração. Vinhas na bênção dos deuses, Na divina claridade, Tecer-me a felicidade Em sorrisos de esplendor!... És meu tesouro infinito, Juro-te eterna aliança, Porque sou tua esperança, Como és todo o meu amor! Alma gêmea da minhalma, Se eu te perder, algum dia, Serei a escura agonia Da saudade nos seus véus... Se um dia me abandonares, Luz terna dos meus amores, Hei de esperar-te, entre as flores Da claridade dos céus... Daí a minutos, a voz harmoniosa calava, como se fora obrigada a um divino estacato. O senador retirou-se, então, com os olhos marejados de lágrimas, refletindo consigo mesmo: - "Sim, Lívia, de hoje a dois dias hei de provar-te que foste sempre a luz da minha vida inteira... Beijarei teus pés com a minha humildade agradecida e saberei entornar no teu coração o perfume do meu arrependimento..." Penetrando no aposento de Lívia, vamos encontrá-la genuflexa, depois de haver deposto, sobre um móvel predileto, a lira das suas recordações. Ajoelha-se, como sempre, diante da cruz de Simeão que, nesse dia, mostrava a seus olhos espirituais uma claridade mais intensa. No curso de suas preces, ouviu a palavra do amigo invisível, cuja tonalidade profunda parecia gravar-se, para sempre, no imo da sua consciência: "Filha - exclamava a voz amiga, do plano espiritual -, regozija-te no Senhor, porque são chegadas as vésperas da tua ventura eterna e imorredoura! Eleva o pensamento humilde a Jesus, porque não está longe o instante ditoso da tua gloriosa entrada no seu Reino!..." Lívia deixou transparecer no olhar uma atitude de alegria e surpresa, mas, cheia de confiança e fé na providência divina, guardou, nos refolhos mais íntimos do coração, o conforto daquelas palavras sacrossantas. (IV - Tragédias e esperanças 275) |
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
À LUZ DO EVANGELHO
À LUZ DO EVANGELHO
“Meus amigos:
Saudando o nosso irmão presente, bem como aos demais companheiros da nossa caravana evangélica, faço-o na paz de Jesus, desejando-vos a sua luz santificadora.
Nada mais útil do que o esforço de evangelização, na atualidade, e é dentro dessa afirmativa luminosa que precisamos desenvolver todos os nossos labores e pautar todos os pensamentos e atitudes.
As transições terríveis e amargas do século têm sua origem na clamorosa incompreensão do exemplo do Cristo.
O trabalho secular de organização das ciências positivas caminhou a par da estagnação dos princípios religiosos. Os absurdos contidos nas afirmações e negações de hoje são o coroamento da obra geral das ciências humanas, entre as quais, despojada de quase todos os seus aspectos magníficos da Antigüidade, vive a filosofia dentro de um negativismo transcendente. E o que se evidencia, aos amargurados dias que passam, é , de um lado, a ciência que não sabe e, de outro, a religião que não pode.
O nosso labor deve caracterizar-se totalmente pelo esforço de renovação das consciências e dos corações, à luz do Evangelho. Urge, pelos atos e pelos sentimentos, retirar da incompreensão e da má-fé todas as leis orgânicas do código divino, e aplicá-las à vida comum.
O vosso sacrifício e o vosso esforço executarão o trabalho regenerador, mas necessário é não vos preocupeis com os imperativos do tempo, divino patrimônio da existência do espírito. À força de exemplificação e apoiados nas vossas convicções sinceras, conseguireis elevadas realizações, que farão se transladem para as leis humanas as leis centrais e imperecíveis do Divino Mestre
Esse o grande problema dos tempos.
Nenhuma mensagem do mundo espiritual pode ultrapassar a lição permanente e eterna do Cristo, e a questão, sempre nova, do Espiritismo é, acima de tudo evangelizar, ainda mesmo com sacrifício de outras atividades de ordem doutrinária.
A alma humana está cansada de ciência sem sabedoria e, envenenado pelo pensamento moderno, o cérebro, nas suas funções culturais, precisa ser substituído pelo coração, pela educação do sentimento.
O Evangelho e o trabalho incessante pela renovação do homem interior devem constituir a nossa causa comum.
Procuremos desenvolver nesse sentido todo o nosso esforço dentro da oficina de Ismael, e teremos encontrado, para a nossa atividade, o setor de edificação sadia e duradoura.
Que Jesus abençoe os labores do nosso amigo e dos seus companheiros, que, com abnegação e renúncia, lutam pela causa do glorioso Anjo, servindo de instrumento sincero à orientação superior da sua Casa no Brasil, é a rogativa muito fervorosa do irmão e servo humilde.
Emmanuel”
Psicografada no dia 13 de maio de 1938.
Dirigida a Manuel Quintão, na época Vice-Presidente da Federação Espírita Brasileira,
que se achava em Pedro Leopoldo em visita ao Chico.
Foi publicada pelo Reformador daquele mesmo ano ( p. 210 ) e
republicada no número de maio de 1.976, da mesma revista ( p. 123 ).
Dirigida a Manuel Quintão, na época Vice-Presidente da Federação Espírita Brasileira,
que se achava em Pedro Leopoldo em visita ao Chico.
Foi publicada pelo Reformador daquele mesmo ano ( p. 210 ) e
republicada no número de maio de 1.976, da mesma revista ( p. 123 ).
sábado, 6 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Conquistando a Paz
Conquistando a Paz |
| Existem tribulações e tribulações. Para extinguir aquelas que conturbam a vida, comecemos a cooperar na construção da paz onde estivermos. Necessitamos, porém, conhecer as farpas que entretecem as inquietações que nos predispõem ao desequilíbrio e ao sofrimento. Vejamos algumas: a queixa contra alguém; a reclamação agressiva; o palavrão desatado pela cólera a resposta infeliz; a frase de sarcasmo; o conceito depreciativo; o apontamento malicioso; o gesto de azedume; a crítica destrutiva; o grito de desespero; o pensamento de ódio; a lamentação do ressentimento; a atitude violenta; o riso escarninho; a fala da irritação; o cochicho do boato; o minuto de impaciência; o parecer injusto; a pancada verbal da condenação. * Cada espinho invisível a que nos reportamos é comparável à chispa capaz de atear o incêndio da discórdia. E ganhar a discórdia não aproveita a pessoa alguma. * Tanto quanto possível, aceitemos as tribulações que a vida nos reserve e saibamos usar o amor e a tolerância, a paciência e o espírito de serviço para que estejamos realmente conquistando os valores e bênçãos da paz. * Não esperes que o próximo te solicite cooperação. Colabora voluntariamente, na certeza de que estarás realizando valiosas sementeiras de trabalho e de amor, na construção do futuro melhor. |
| * * * Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Paciência.Ditado pelo Espírito Emmanuel. |
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
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